Seguidamente analisámos as nossas reservas de energia não-renovável e estimámos a rapidez com que elas se vão gastar se mantivermos o nosso nível de vida e se outros países quiserem, por sua vez, fazer o mesmo uso que nós. Este panorama pouco favorável sensibilizou-nos para uma maior poupança de energia e um aumento da utilização dos recursos de energia renovável. Ou seja, fomos incentivados a “imitar a natureza”, isto é, a utilizarmos os recursos que provêm do Sol, não nos esquecendo da importância da reciclagem de resíduos.
Da parte da tarde, o Eng. Miguel Prado acompanhou os alunos do 10.º A, numa palestra sobre as fontes de energia renovável e não-renovável. Após analisar algumas vantagens e desvantagens das energias não-renováveis (complementando assim a informação fornecida de manhã), explorou ainda a energia das ondas como um exemplo das fontes de energia renovável.
O mesmo Eng. explicou-nos como se forma uma onda, relembrando-nos que esta transporta energia. Assim, apresentou-nos algumas estruturas construídas e/ou pensadas para o aproveitamento dessa energia antes que seja dissipada aquando do rebentamento da onda. Por fim, mostrou-nos, através de imagens de mecanismos patenteados dos finais do séc. XIX (de 1873 até 1909) e de notícias sobre testes dentro desta área de jornais americanos, que a ideia de aproveitar a energia das ondas não é recente. Ficou, no entanto, por partilhar a experiência profissional do nosso convidado neste campo da energia das ondas.
O feedback dos alunos e dos professores foi muito positivo e, mais uma vez, fica o agradecimento ao Eng. Miguel Prado pela sua disponibilidade e simpatia.




